A eletrofiação e a engenharia de tecidos

A Eletrofiação é uma técnica de obtenção de fibras de dimensões nanométricas através de campo elétrico utilizando uma diferença de potencial ocasionada por uma fonte de alta potência, geralmente realizado com soluções de polímeros diluídos em solventes (PORTELA, 2010). Esta técnica proporciona o aumento da área superficial e elasticidade da manta devido ao pequeno diâmetro das fibras, representando uma grande vantagem na aplicação em várias áreas do conhecimento, dentre elas a medicina (COSTA, 2012).

A forma geométrica e morfológica das membranas pode variar, dependendo do campo elétrico gerado, a composição da solução, sua viscosidade e massa específica (DOSHI e RENEKER, 1995).

Na área médica, especificamente na engenharia de tecidos, o desenvolvimento de materiais biocompatíveis e com culturas de crescimento celular demostram promissores avanços tecnológicos sendo possível serem utilizadas na substituição de tecidos ou órgãos em seres vivos.

A matriz extracelular natural é composta em sua maioria por colágeno, com diâmetros de aproximadamente 50-500 nm, capazes de suportar a migração e a proliferação de células bem como a diferenciação específica de tecido, sendo que materiais fibrosos possuem a capacidade de imitar essa matriz (ZHANG et al. 2012).

Estas membranas eletrofiadas oportunizam taxas avançadas de crescimento celular, ocasionando o abreviamento do período de recuperação do paciente, reduzindo os níveis de rejeição do implante e minimizando os problemas de infecções, por conta das suas características específicas. Na figura 1, se observa imagens de fibras produzidas pelo processo de eletrofiação, nas quais se nota a morfologia das tramas bem como a tridimensionalidade, que possibilita a mimetização do tecido humano.

Na figura 2 se verifica alguns exemplos da utilização da nanofibras que podem ser utilizadas no corpo humano a fim de reconstituir o tecido para a recuperação em lesões e implantes.

Figura 1 – Imagens de fibras produzidas por eletrofiação, com aumentos de 200 e 1000 x respectivamente.
Fonte: Adaptado de Oliveira (2011)
Figura 2 – Exemplos de tecidos do corpo humano que podem ser beneficiados pelo emprego das nanofibras eletrofiadas.
Fonte: Adaptado de Wang (2013)

A eletrofiação e a engenharia de tecidos

A Eletrofiação é uma técnica de obtenção de fibras de dimensões nanométricas através de campo elétrico utilizando uma diferença de potencial ocasionada por uma fonte de alta potência, geralmente realizado com soluções de polímeros diluídos em solventes (PORTELA, 2010). Esta técnica proporciona o aumento da área superficial e elasticidade da manta devido ao pequeno diâmetro das fibras, representando uma grande vantagem na aplicação em várias áreas do conhecimento, dentre elas a medicina (COSTA, 2012).

A forma geométrica e morfológica das membranas pode variar, dependendo do campo elétrico gerado, a composição da solução, sua viscosidade e massa específica (DOSHI e RENEKER, 1995).

Na área médica, especificamente na engenharia de tecidos, o desenvolvimento de materiais biocompatíveis e com culturas de crescimento celular demostram promissores avanços tecnológicos sendo possível serem utilizadas na substituição de tecidos ou órgãos em seres vivos.

A matriz extracelular natural é composta em sua maioria por colágeno, com diâmetros de aproximadamente 50-500 nm, capazes de suportar a migração e a proliferação de células bem como a diferenciação específica de tecido, sendo que materiais fibrosos possuem a capacidade de imitar essa matriz (ZHANG et al. 2012).

Estas membranas eletrofiadas oportunizam taxas avançadas de crescimento celular, ocasionando o abreviamento do período de recuperação do paciente, reduzindo os níveis de rejeição do implante e minimizando os problemas de infecções, por conta das suas características específicas. Na figura 1, se observa imagens de fibras produzidas pelo processo de eletrofiação, nas quais se nota a morfologia das tramas bem como a tridimensionalidade, que possibilita a mimetização do tecido humano.

Na figura 2 se verifica alguns exemplos da utilização da nanofibras que podem ser utilizadas no corpo humano a fim de reconstituir o tecido para a recuperação em lesões e implantes.

Figura 1 – Imagens de fibras produzidas por eletrofiação, com aumentos de 200 e 1000 x respectivamente.

Fonte: Adaptado de Oliveira (2011)

Figura 2 – Exemplos de tecidos do corpo humano que podem ser beneficiados pelo emprego das nanofibras eletrofiadas.

Fonte: Adaptado de Wang (2013)