Pesquisa

O avanço nas pesquisas aplicadas no segmento médico requer muitos cuidados e, para tanto, o estabelecimento de normas bem como procedimentos prévios devem ser efetuados com critérios segundo pede a legislação nacional e/ou internacional.

As pesquisas envolvendo as mantas desenvolvidas pela DBM Eletrotech utilizadas na área médica, contam com parceiros no setor biomédico como a Universidade de Medicina – PUC Sorocaba e UNESP para análise e ensaios in vitro bem como in vivo.

A membrana eletrofiada da DBM traz como inovação a biorreabsorção, biocompatibilidade e atoxicidade, além de mimetizar a matriz dérmica proporcionando a sua regeneração de forma mais acentuada promovendo a proteção contra infecções.

A morfologia microscópica da membrana, como vista na figura 1, tem a sua forma macroscópica caracterizada na figura 3 como uma manta flexível com uma textura suave ao toque.

Figura 1 – Membrana eletrofiada flexível de material biorreabsorvível.
Fonte: DBM (2019)

Ensaios in vitro para com a utilização da membrana com células-tronco mesenquimais de tecido adiposo (hASC), demonstram que após 10 dias, todas as membranas eletrofiadas apresentaram praticamente a mesma quantidade de células/mm², indicando viabilidade celular, pois a membrana permite o crescimento das células sobre o biomaterial (figura 4). Tal evidência demonstra que essa tecnologia auxilia na regeneração do tecido e que é um diferencial para o mercado biomédico, além de promover barreira, promove o crescimento celular para acelerar o processo de regeneração dérmica.

Figura 2 – Células-tronco mesenquimais de tecido adiposo (hASC) cultivadas nos curativos com diferentes concentrações após 1, 5 e 10 dias. Representação gráfica da contagem das células cultivadas nas membranas após 1, 5 e 10 dias.
Fonte: DBM (2017)

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O avanço nas pesquisas aplicadas no segmento médico requer muitos cuidados e, para tanto, o estabelecimento de normas bem como procedimentos prévios devem ser efetuados com critérios segundo pede a legislação nacional e/ou internacional.

As pesquisas envolvendo as mantas desenvolvidas pela DBM Eletrotech utilizadas na área médica, contam com parceiros no setor biomédico como a Universidade de Medicina – PUC Sorocaba e UNESP para análise e ensaios in vitro bem como in vivo.

A membrana eletrofiada da DBM traz como inovação a biorreabsorção, biocompatibilidade e atoxicidade, além de mimetizar a matriz dérmica proporcionando a sua regeneração de forma mais acentuada promovendo a proteção contra infecções.

A morfologia microscópica da membrana, como vista na figura 1, tem a sua forma macroscópica caracterizada na figura 3 como uma manta flexível com uma textura suave ao toque.

Figura 1 – Membrana eletrofiada flexível de material biorreabsorvível .

Fonte: DBM (2019)

Ensaios in vitro para com a utilização da membrana com células-tronco mesenquimais de tecido adiposo (hASC), demonstram que após 10 dias, todas as membranas eletrofiadas apresentaram praticamente a mesma quantidade de células/mm², indicando viabilidade celular, pois a membrana permite o crescimento das células sobre o biomaterial (figura 4). Tal evidência demonstra que essa tecnologia auxilia na regeneração do tecido e que é um diferencial para o mercado biomédico, além de promover barreira, promove o crescimento celular para acelerar o processo de regeneração dérmica.

Figura 2 – Células-tronco mesenquimais de tecido adiposo (hASC) cultivadas nos curativos com diferentes concentrações após 1, 5 e 10 dias. Representação gráfica da contagem das células cultivadas nas membranas após 1, 5 e 10 dias.

Fonte: DBM (2017)